Análise espaço - temporal da Lagoa de João Amaral no município de Guanambi (BA) sob a égide do uso, apropriação e imaginário social

Autores

Palavras-chave:

Educação, Cidadania, Sensibilização, Preservação, Revitalização

Resumo

Esse trabalho reflete análises acerca da revitalização e preservação de um importante espelho d’água conhecido como Lagoa de João Amaral localizado às margens da BR 030 no município de Guanambi (BA), que se encontra em situação de degradação ambiental e insalubridade. A investigação teórica objetiva iniciar um processo de avaliação de seu uso e ocupação socioespacial para realimentar propostas com diretrizes projetuais com o mesmo enfoque. Assim, verificar a relação entre a concepção (projeto), percepção (memória e significado) e suas formas de uso e apropriação pelos seus usuários. Este trabalho pretende, dessa forma contribuir para criar um banco de dados sobre a complexa temática da sustentabilidade, a partir de um projeto significativo nesta área de estudos, constituindo-se numa reflexão sobre propostas de intervenção projetual de preservação que contemplam a manutenção da memória e significado, recuperação de áreas degradadas urbanas e educação ambiental.

Biografia do Autor

Polliana Bezerra de Oliveira, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Baiano, Campus Guanambi

Gestora Ambiental. Mestre em Geografia pela Universidade Federal de Goiás – UFG. Docente do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Baiano, Campus Guanambi.

Maria das Graças Pereira Donato, Universidade Estadual da Bahia – Campus VI Caetite

Licenciada em Geografia pela Universidade Estadual da Bahia – Campus VI Caetite – Bahia. Especialista em Educação Ambiental com Ênfase em Espaços Educadores Sustentáveis, Polo Ufba Guanambi, Bahia – Universidade Federal da Bahia.

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Publicado

2025-02-28

Como Citar

Oliveira, P. B. de, & Donato, M. das G. P. (2025). Análise espaço - temporal da Lagoa de João Amaral no município de Guanambi (BA) sob a égide do uso, apropriação e imaginário social. Cadernos Macambira, 9(4), 256–265. Recuperado de https://revista.lapprudes.net/CM/article/view/1603