Desenvolvimento de beterraba com o uso de biofertilizante

Autores

  • Daniel Rodrigues Barbosa Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia, Campus Guanambi
  • Lucas Gabriel de Jesus Santana Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia, Campus Guanambi
  • Zaqueu Nascimento dos Santos Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia, Campus Guanambi
  • Felizarda Viana Bebé Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia, Campus Guanambi

Palavras-chave:

Doses de biofertilizante, Orgânico, Eficiência

Resumo

A agricultura é responsável por fornecer alimento ao mundo, além de garantir a segurança alimentar do consumidor, tendo isso em vista, a produção orgânica busca inovar as formas produtivas, incitando o uso de práticas sustentáveis e saudáveis para que chegue à mesa do consumidor. Esse trabalho tem como objetivo avaliar o desenvolvimento da beterraba com o uso de diferentes doses de biofertilizante, com intuito de encontrar uma dosagem ideal para aplicação na cultura. O experimento foi realizado em casa de vegetação, do Instituto federal de educação, ciência e tecnologia baiano campus Guanambi, em 4 fileiras sendo cada uma com 4 vasos. Foi utilizada uma mistura de solo constituída com área grossa e terra de barranco, com o traço 1:2, sem a utilização de nenhuma cobertura. Foram analisados três tratamentos com uso de biofertilizante e um tratamento como testemunha, o primeiro tratamento foi de 85 ml com dissolução em água, o segundo 127,5 ml com dissolução em água e o terceiro com 170 ml com a dose pura. Em cada vaso foram adicionadas 3 plantas com 15 centímetros de distância entre si. As variáveis avaliadas foram número de folhas, peso fresco da parte aérea em gramas, peso fresco das raízes em gramas e diâmetro de raízes em centímetros. O tratamento que apresentou o melhor resultado foi o tratamento um (T1) que obteve maior peso fresco de raízes, com 61,29 g em média e 49,80 g da parte aérea quando comparados com o tratamento três (T3) que obteve 48,29 g de peso das raízes e 54,9 g de peso fresco da parte aérea. Com base nesses resultados pode se dizer que o T1 foi melhor devido a um maior peso de raízes, sendo essa a parte comercializada da beterraba e com um menor peso da parte aérea (folhas e talos) que não tem importância comercial. É notável a diferença que o biofertilizante proporcionou, tendo a testemunha o menor peso das raízes que todos os outros tratamentos, mostrando assim ser viável o uso do biofertilizante como complemento orgânico para a beterraba, mesmo que em doses pequenas.

Biografia do Autor

Daniel Rodrigues Barbosa, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia, Campus Guanambi

Graduando em Engenharia Agronômica pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia, Campus Guanambi

Lucas Gabriel de Jesus Santana, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia, Campus Guanambi

Graduando em Engenharia Agronômica pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia, Campus Guanambi.

Zaqueu Nascimento dos Santos, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia, Campus Guanambi

Graduando em Engenharia Agronômica pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia, Campus Guanambi

Felizarda Viana Bebé, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia, Campus Guanambi

Doutora em Ciência do Solo pela Universidade Federal Rural Pernambuco

Referências

Ver pdf

Publicado

2025-02-24

Como Citar

Barbosa, D. R., Santana, L. G. de J., Santos, Z. N. dos, & Bebé, F. V. (2025). Desenvolvimento de beterraba com o uso de biofertilizante. Cadernos Macambira, 9(4), 310–311. Recuperado de https://revista.lapprudes.net/CM/article/view/1630