Resistir...
a Casa das Rosas e seus movimentos
DOI:
https://doi.org/10.35642/rm.v10i2.1742Palavras-chave:
Família, Casa, Geração, Autoetnografia colaborativaResumo
O objetivo deste artigo é escrever sobre a casa de minha avó materna que foi preservada para manutenção dessa ancestral bem como para as gerações descendentes e vizinhos. Emerge do meu olhar como mulher negra, de origem rural, enfermeira e professora de enfermagem, que na prática profissional no hospital, defende que, ao cuidar da pessoa hospitalizada, também é preciso cuidar da família/familiares que a acompanha. Frente ao exposto, as minhas pesquisas, a partir do doutorado, me levaram a refletir e pesquisar acerca da minha própria família no grupo de pesquisa Família, (Auto)Biografia e Poética, sendo um dos objetos a casa e, neste caso, a casa de minha avó com quem convivi até a minha adultez. É uma casa que me proporcionou a experiência do acolhimento, do cuidado para a promoção e restauração da saúde. Além disso, na atualidade, se materializa na sua concretude pelas lembranças e memórias para minha geração e para as gerações descendentes, amigos e vizinhanças.
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Referências
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