Raíces, espinas y alas: la vida en el campo y la travesía hacia el centro urbano

um estudo autoetnográfico

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.35642/rm.v10i2.1673

Palabras clave:

Migração rural-urbana, Identidade, Território, Resiliência

Resumen

Este artículo es un ejercicio de memoria y afecto, escrito en primera persona, que emplea la autoetnografía como método, tanto autobiográfico como etnográfico, para explorar la relación entre identidad, territorio y resiliencia. A través de fragmentos de una infancia vivida en la zona rural, hasta la migración a la capital, narro las lecciones cosechadas en el contacto íntimo con la tierra, los desafíos de la subsistencia y el impacto de la transición a lo urbano. Se tiene como objetivo contribuir a la comprensión de la compleja red que une identidad, territorio y resiliencia, ofreciendo una mirada sensible sobre el acto de migrar y la necesidad de reinventarse en un nuevo contexto. La escritura busca honrar el lenguaje sencillo del campo, donde cada palabra encierra un universo de significados, al mismo tiempo que dialoga con las teorías académicas que iluminan la complejidad de la experiencia humana desde la infancia, hasta alcanzar la conciencia identitaria.

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Biografía del autor/a

  • Ana Cristina de Jesus Santana, Universidade Católica do Salvador

    Psicóloga Clínica. Doutoranda junto ao PPGFSC (UCSal); Mestra em Família (UCSal). Membro do grupo de pesquisa FABEP (UCSal); Mestrado Internacional em Terapias Psicoexpressivas e Artes Terapêuticas (IASE-Espanha); Graduada em Direito (UCSal). MBA em Gestão Empresarial pela (FGV). Neuropsicóloga (CFP). Mediadora judicial junto ao Tribunal de Justiça do Estado da Bahia, atuando com famílias.

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Publicado

2026-02-04

Número

Sección

NÚMERO ESPECIAL: “Sobre si, os seus e o mundo – trajetórias de famílias da roça em autoetnografias”

Cómo citar

Raíces, espinas y alas: la vida en el campo y la travesía hacia el centro urbano: um estudo autoetnográfico. Revista Macambira, [S. l.], v. 10, n. 2, p. 1–19, 2026. DOI: 10.35642/rm.v10i2.1673. Disponível em: https://revista.lapprudes.net/RM/article/view/1673. Acesso em: 6 feb. 2026.