Raíces, espinas y alas: la vida en el campo y la travesía hacia el centro urbano
um estudo autoetnográfico
DOI:
https://doi.org/10.35642/rm.v10i2.1673Palabras clave:
Migração rural-urbana, Identidade, Território, ResiliênciaResumen
Este artículo es un ejercicio de memoria y afecto, escrito en primera persona, que emplea la autoetnografía como método, tanto autobiográfico como etnográfico, para explorar la relación entre identidad, territorio y resiliencia. A través de fragmentos de una infancia vivida en la zona rural, hasta la migración a la capital, narro las lecciones cosechadas en el contacto íntimo con la tierra, los desafíos de la subsistencia y el impacto de la transición a lo urbano. Se tiene como objetivo contribuir a la comprensión de la compleja red que une identidad, territorio y resiliencia, ofreciendo una mirada sensible sobre el acto de migrar y la necesidad de reinventarse en un nuevo contexto. La escritura busca honrar el lenguaje sencillo del campo, donde cada palabra encierra un universo de significados, al mismo tiempo que dialoga con las teorías académicas que iluminan la complejidad de la experiencia humana desde la infancia, hasta alcanzar la conciencia identitaria.
Descargas
Referencias
Referências
BARROS, M. de. (2010). Poesia completa. Leya.
BARROS, Manoel de. Memórias inventadas: terceira infância. São Paulo: Planeta do Brasil, 2008.
BAUMAN, Z. (2005). Identidade: entrevista a Benedetto Vecchi. Rio de Janeiro: Jorge Zahar
CIAMPA, A. C. (1987). A estória do Severino e a história da Severina.São Paulo: Editora Brasiliense
CYRULNIK, Boris. Os patinhos feios. Tradução Monica Stahel. São Paulo: Martins Fontes, 2001.
DUBAR, C. (1997). Para uma teoria sociológica da identidade. A socialização. Porto: Porto Editora.
ÉLDER GH Jr e Giele JZ (2009). Estudos do Curso de Vida. Um Campo em Evolução. Em Élder GH Jr e Giele JZ (Orgues.), A Arte da Pesquisa do Curso de Vida (pp. 1–28). Nova York, Londres: The Guilford Press.
EVARISTO, C. (2016). "A gente combinamos de não morrer". In Olhos d'água (p. 99). Companhia das Letras
EVARISTO, C. (2007). A escrevivência e os seus subtextos. Disponível em: https://presencial.moodle.ufsc.br/pluginfile.php/404636/mod_resource/content/1/EVARISTO%20A%20escrevivencia%20e%20seus%20subtextos.pdf acessado em 10.05.2025
ELLIS, C., & Bochner, A. P. (2000). Autoethnography, personal narrative, reflexivity: Researcher as subject. In N. K. Denzin & Y. S. Lincoln (Eds.), Handbook of qualitative research (2nd ed., pp. 733–768). Sage Publications.
ERIKSON, E. H. (1968). Identity: Youth and crisis. W. W. Norton & Company.
GOTTMANN, Jean. The Significance of Territory. Charlottesville: The Univ. Press of Virginia, 1973
HALL, S. (1996). Questions of cultural identity. Sage.
HALL, S. (2006). A identidade cultural na pós-modernidade (11ª.Edição). São Paulo: DP&A
HOOKS, B. (2019). Pertencimento: Uma Cultura de Lugar. São Paulo: Elefante.
HOLLING, C. S. Adaptive Environmental Assessment and Management. 1978.
HUSSERL, Edmund. A Idéia da Fenomenologia. Tradução de Artur Morão. Lisboa: Edições 70, 1907/2000.
INGOLD, T. In: Antropologia: para que serve? Petrópolis, RJ: Vozes, 2019, p. 24-32.
MICELI, S. (1984). A elite intelectual e a questão nacional. Companhia das Letras.
MORAES, M. C. L. de; RABINOVICH, E. P. Resiliência: Uma Discussão introdutória. Rev. Bras. Cresc. Desenv. Hum., São Paulo, v. 6, n. 1/2, 1996. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/jhgd/article/view/38369. Acesso em 25 Out 2021. DOI: https://doi.org/10.7322/jhgd.38369
NASCIMENTO, B. Kilombo e memória comunitária: um estudo de caso. Revista Estudos Afro-Asiáticos, Rio de Janeiro: CEAA/UCAM, v. 6-7, p. 259-265, 1982.Onde eu estou, eu estou. Quando eu estou, eu sou. (ÔRÍ, 1989, s.p.) 17 Page 10 Sankofa. Revista de História da África e de Estudos da Diáspora Africana Ano XIII, NºXXIII, abril/2020
RABINOVICH, E. P. Eu/nós: História e autoetnografia. Revista Ouricuri. v.14, n.1. 2024, p.01-13. jan./jul., Dossiê http://www.revistas.uneb.br/index.php/ouricuri | ISSN 2317-0131 DOI: https://doi.org/10.59360/ouricuri.vol14.i1.a18456
SANTOS, Antonio Bispo. Somos da terra. PISEAGRAMA, Belo Horizonte, n. 12, p. 44-51, ago. 2018.
SANTOS, Milton. A natureza do espaço: técnica e tempo, razão e emoção. São Paulo: Hucitec, 1996.
SANTOS, Milton. Território e Sociedade. São Paulo: Editora Fundação Perseu Abramo, 2000b.
SOMÉ, Sobonfu. O espírito da intimidade. Ensinamentos ancestrais africanos sobre maneiras de se relacionar. Tradução: Deborah Weinberg. São Paulo: Odysseus Editora, 2007.
SOUZA, V. L. T. Revista Semestral da Associação Brasileira de Psicologia Escolar e Educacional, SP. Volume 15, Número 1, Janeiro/Junho de 2011: 35-42.
TUAN, Y. F. (1977). Space and place: The perspective of experience. University of Minnesota Press.
TUAN, Yi-Fu. Geografia Humanística. Anais da Associação de Geógrafos Americanos, v. 66, n. 2, junho/1976.
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 1969 Revista Macambira

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.







